Segurança em IoT: é vida ou morte na área hospitalar

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Segurança em IoT: é vida ou morte na área hospitalar

Imaginar um mundo onde não apenas computadores, mas qualquer tipo de objeto possa estar conectado, e atuar de forma inteligente, não é mais cena de filme de ficção. A Internet das Coisas vem, ano a ano, se tornando uma realidade e trazendo uma série de benefícios às pessoas, nas mais diferentes áreas.

Entre os setores que mais vêm se beneficiando desta tendência está o de saúde. A possibilidade de ter equipamentos médicos conectados à rede de computadores vem garantindo mais agilidade no acesso aos dados do paciente.  Além disso, novos sensores e wereables estão disponíveis para garantir um diagnóstico mais preciso e um acompanhamento em tempo real por parte dos médicos.

Não é à toa que hospitais e instituições de saúde de ponta de todo o mundo, inclusive do Brasil, já contam com recursos de IoT em sua infraestrutura de atendimento.

Segurança é fundamental

Como é natural quando qualquer tipo de tecnologia desruptiva começa a invadir o mercado, todo o foco de atenção e investimentos acaba sendo colocado no desenvolvimento tecnológico, enquanto a segurança é colocada em segundo plano. Isso não vem sendo diferente quanto o assunto é Internet das Coisas.  Com novos dispositivos conectados, novas brechas estão sendo geradas, abrindo um caminho para o ataque de hackers e grupos organizados.

O problema é que, se em outros setores o grande prejuízo resultante de um ataque acaba sendo financeiro ou mesmo a perda de dados pessoais, no caso do setor de saúde uma invasão pode acarretar a piora do paciente e, em casos mais graves, até mesmo seu óbito.

Imagine, por exemplo, o quão temerário seria se um atacante invadisse a rede de um hospital e interferisse de alguma forma nos equipamentos que são utilizados para realizar exames ou mesmo aplicar medicamentos nos pacientes? Ou então se um deles aproveita uma brecha disponível em algum objeto conectado para acessar o prontuário eletrônico do hospital e modificar, sem aviso, as informações de determinado paciente?

Por isso, não é exagero dizer que a segurança na era do Internet das Coisas é, literalmente, um caso de vida ou morte para as instituições de saúde.

Mas como proteger o meu hospital?

Para que um hospital possa aproveitar e também levar os benefícios do IoT para seus pacientes, sua equipe de TI deve, inicialmente, conhecer a fundo sua infraestrutura e todos os dispositivos que se conectam a ela. Assim, será possível mapear possíveis vulnerabilidades na infraestrutura e agir para corrigi-las.

O uso de alguns softwares e appliances é necessário para manter uma rede livre de ameaças. Entre eles, um bom antivírus e um antispam eficiente. Porém, o Firewall UTM (Unified Threat Management) pode ser considerado um elemento estratégico na infraestrutura de qualquer estabelecimento de saúde.

Além de trazer embarcada uma nova camada de proteção, o UTM conta com recursos que garantem também a disponibilidade do link de internet, outro aspecto crítico na era da Internet das Coisas na saúde. Faz isso por meio do balanceamento de links, que une as bandas disponíveis garantindo o máximo desempenho, e também de ferramentas de controle de acesso à internet, que possibilitam que a maior parte do link disponível seja utilizado pelos recursos que exigem comunicação ininterrupta.

Manter uma infraestrutura disponível e segura é fundamental para que os hospitais possam usufruir da internet das coisas e, consequentemente, prestar melhores serviços ao consumidor. Porque, afinal, como diz o ditado, com a saúde não se brinca!


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Texto: Marketing BluePex®